Fazia tempo que Natal não tinha um evento de grande porte como esse, organizado magistralmente pelos Cavaleiros das Noites Insones e pelo Trampolim da Aventura. Levei para expor meus velhos Cyberpunk 2020, Era do Caos e o Dungeoneer, que somaram-se a diversos outros jogos clássicos, mainstreans e independentes que estavam expostos na mostra de jogos que ocorreu praticamente todos os dias do Evento. Rolaram palestras, mostras de jogos de tabuleiros além das de RPG, e no sábado aconteceram as mesas de jogos. Infelizmente só pude participar no sábado, o dia oficial de jogatina.
Foi muito bom rever velhos camaradas da época de colegial que ainda mantém o saudável hábito de jogar RPG. O evento teve também muitos jogadores novos, que não se acanharam apenas de jogar Tormenta, como eu imaginei, e se dispuseram a jogar MALDITOS GOBLINS (que eu fiquei doido para jogar, mas ou testava Maverique ou jogava...) e outros jogos independentes.
E por falar em Independentes, esse ano de 2011 foi um ano glorioso para eles no Brasil. No FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos - de Belo Horizonte, foi a consagração dos quadrinistas independentes, que estão cada vez mais fugindo dos manjados super-heróis e do famigerado Mangá tupiniquim. Os melhores filmes nacionais lançados este ano dificilmente você verá nos cinemas, vide "A noite do Chupacabras" e "Entrei em Pânico ao saber o que vocês fizeram na sexta-feira 13 do verão passado Parte 2 - A Hora da volta da vingança dos jogos mortais de Halloween"(clique nos nomes para ver os trailers), dois filmaços bem representativos da atual safra de cineastas independentes que fogem do Padrão GLOBO de (má)qualidade e do esquema favela-sertão-comédia de costumes que impera no cinema brazuca atual.
A mostra demonstrou que o RPG nacional, e em menor escala a literatura fantástica e os jogos de tabuleiro se inserem perfeitamente neste ciclo: os jogos independentes marcaram presença nas mesas de jogo, vide o já citado Malditos Goblins (baixe aqui esta pérola!), Terra Devastada e FIASCO. As editoras independentes apoiaram abertamente o evento e mandaram diversos jogos de tabuleiro, RPG´s e romances como brindes para sorteio. Inclusive ganhei o Terra Devastada, e na rápida lida que dei nele, adorei as regras.
Foi muito bom rever velhos camaradas da época de colegial que ainda mantém o saudável hábito de jogar RPG. O evento teve também muitos jogadores novos, que não se acanharam apenas de jogar Tormenta, como eu imaginei, e se dispuseram a jogar MALDITOS GOBLINS (que eu fiquei doido para jogar, mas ou testava Maverique ou jogava...) e outros jogos independentes.
E por falar em Independentes, esse ano de 2011 foi um ano glorioso para eles no Brasil. No FIQ - Festival Internacional de Quadrinhos - de Belo Horizonte, foi a consagração dos quadrinistas independentes, que estão cada vez mais fugindo dos manjados super-heróis e do famigerado Mangá tupiniquim. Os melhores filmes nacionais lançados este ano dificilmente você verá nos cinemas, vide "A noite do Chupacabras" e "Entrei em Pânico ao saber o que vocês fizeram na sexta-feira 13 do verão passado Parte 2 - A Hora da volta da vingança dos jogos mortais de Halloween"(clique nos nomes para ver os trailers), dois filmaços bem representativos da atual safra de cineastas independentes que fogem do Padrão GLOBO de (má)qualidade e do esquema favela-sertão-comédia de costumes que impera no cinema brazuca atual.
A mostra demonstrou que o RPG nacional, e em menor escala a literatura fantástica e os jogos de tabuleiro se inserem perfeitamente neste ciclo: os jogos independentes marcaram presença nas mesas de jogo, vide o já citado Malditos Goblins (baixe aqui esta pérola!), Terra Devastada e FIASCO. As editoras independentes apoiaram abertamente o evento e mandaram diversos jogos de tabuleiro, RPG´s e romances como brindes para sorteio. Inclusive ganhei o Terra Devastada, e na rápida lida que dei nele, adorei as regras.
Meu Terra Devastada, na fila para ser mestrado.
Mestrei Maverique em duas sessões. Ia mestrar as versões 1.0 e 1.5 para grupos diferentes a manhã e pela tarde mas gostei tanto do jogo de manhã que continuei ele a tarde para o mesmo grupo. Resolvi o problema dos vários dados de uma maneria bem peculiar que agradou e provou ser bem dinâmica e estratégica:
![]() |
| Sim, isso são dominós. |
Foi engraçado a quantidade de curiosos para ver o dominó, mas poucos se dispuseram a jogar. O que foi bom, pois pelo que planejei o ideal é um mestre e até cinco jogadores. Em outra postagem eu dou uma detalhada em como o sistema ficou, até porque já prometi ao Fernando (do Cavaleiros) uma análise do sistema.
Que venham outros eventos, quem sabe um por mês agora(!) e que a Mostra Lúdico-Narrativa se insira definitivamente no calendário da Expotec do IFRN.



